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Analista de Recursos Humanos
Maria Krug
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Maria Krug
Comentário ·
há 8 meses
Pagamento das férias: saiba como conferir seus direitos e evitar prejuízos
Luiz Armando Carneiro Veras
·
há 8 meses
Vale acrescentar: descontos de pensão (quando na decisão judicial) e consignado do trabalhador tbm entram nos descontos de férias.
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Maria Krug
Comentário ·
há 6 anos
Descubra os motivos que levam o INSS a negar o auxílio-doença
Alessandra Strazzi
·
há 6 anos
o médico que negou minha continuação da perícia não olhou meus exames, nem olhou os medicamentos... só me mandou deitar na maca e ele ficou SENTADO NA CADEIRA DELE, me mandou fazer alguns movimentos, eu sentia dor claro mas como q ele iria ver se estava sentado? No final me deu crise de pânico e ele me deu alta, dizendo que eu não sentia dor no quadril nem na coluna, nem citou a crise de pânico. Achei um absurdo ele julgar também minha aparência! Eu tô doente mas não sou mendiga! Estou desde março sem salário, entrei com processo. Atualmente faço tratamento de anemia profunda com Noripurum (R$200,00 só de medicação), uso duas medicações para fibromialgia, cada uma delas custa R$350,00 e não tem no SUS, além dos tratamentos alternativos como Pilates, Acupuntura, sem contar as várias passagens pelo pronto socorro com crise de pânico e crise de dor (morfina no ultimo dos casos). Já faz 1 mês que foi despachado para o juíz e até agora nada =/
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Maria Krug
Comentário ·
há 6 anos
Pensão alimentícia não é só comida
Raphael de Abreu Senna Caronti
·
há 6 anos
Mais importante que pensar apenas na pensão, deve-se pensar na convivência da criança com ambos os pais. Se uma criança consegue passar mais tempo com o genitor não detentor da guarda, ou com o genitor não detentor da moradia estipulada, fica muito mais justo para todos os 3 lados (genitores e criança). Eu sou filha de pais separados também, desde meus 05 anos, a pensão era toda pra pagar meu colégio, e depois com aproximadamente 16/17 anos, principalmente pelo fato de minha mãe ter condição boa de vida, ela me disse: abra uma conta e fale para seu pai depositar a pensão na sua conta, este dinheiro é seu. E foi assim até eu casar (21 anos). Infelizmente meu pai não foi presente, mas nunca é tarde, ele passou por uma transformação de vida e hoje ele é outra pessoa.
Por tanto, eu e meu marido procuramos fazer o melhor possível por minha enteada, e quando a mãe dela decidiu sozinha por estancar a convivência 50/50% e preferiu apelar para o judiciário baseando-se em calúnias, ganhamos a Guarda Compartilhada e o pagamento de 20% do salário do meu marido como pensão, o que infelizmente é muito pouco, mas é o que o salário do meu marido podia pagar. Antes gastávamos MUITO MAIS que isso, por conta da convivência equilibrada, e era justo, mas foi o que a mãe dela quis, visita de 15 em 15 dias e pensão, foi feito. Felizmente as pessoas mudam (novamente), em tempos de pandemia, desemprego e sem escola física, atualmente ficamos 6 a 7 dias com a criança, em semanas intercaladas, como antigamente. Convivência equilibrada quando é viável o acesso, é a melhor opção, assim não sobrecarrega nenhuma parte, fica justo as despesas e responsabilidades da criança, e a criança tem convívio com os dois núcleos.
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Alexandre Wenzel
Comentário ·
há 4 anos
A proibição do cigarro eletrônico
Eudes Quintino Sociedade de Advogados
·
há 4 anos
Tive a infelicidade de me viciar em nicotina aos 14 anos, fato comum nos anos 70. Desde os 30 tentei todos os métodos para parar de fumar, o que só consegui com o eletrônico há mais de 10 anos. Não há mais a ingestão de monóxido de carbono, alcatrão e as 4000 substâncias cancerígenas do cigarro comum. Com quase não bebo álcool, o meu risco social é ínfimo. Gostaria que combatessem o consumo de álcool com o mesmo vigor que o fazem com o cigarro eletrônico.
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Antonia Ximenes
Artigo ·
há 6 anos
Empresários usam pandemia como desculpa para não pagar direitos trabalhistas
Alguns empresários estão usando a pandemia do novo coronavírus para demitir trabalhadores e trabalhadoras sem pagar corretamente todas as verbas rescisórias obrigatórias nos casos de demissão sem...
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Ana Paula Drozek
Comentário ·
há 6 anos
[Dúvida] Quem recebeu auxílio emergencial tem que pagar pensão alimentícia?
Jusbrasil Perguntas e Respostas
·
há 6 anos
Foi o que o meu marido fez, pois a mãe da criança não quer acordo nenhum, ao contrário. Transferimos mais de metade do valor acordado e por email explicamos toda a situação e assim que se normalizar começaremos a pagar a diferença. Alternaríamos os dias com a criança para diminuir os gastos, mas infelizmente ela se mudou para outro Estado levando a criança e ela só deixa pegar nos dias acordados, não faz nenhuma exceção.
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